"Consumidora" de livros e frases motivacionais como eu sou, mal soube da existência deste livro que soube que o queria ler. Após ler a sinopse mais convencida ainda fiquei.
Autora: Melinda Gates
Autora: Melinda Gates
Editora: Ideias de Ler (uma chancela da Porto Editora)
Páginas:262
Este livro foi escrito pela Melinda Gates, mulher do Bill Gates ( o criador da Microsoft para quem não estiver relembrado.)
Este livro foi escrito pela Melinda Gates, mulher do Bill Gates ( o criador da Microsoft para quem não estiver relembrado.)
Sinopse:
"Neste livro comovente e inspirador, Melinda Gates partilha o que aprendeu com pessoas extraordinárias que conheceu e os desafios que enfrentou nas quase duas décadas à frente da Fundação Bill & Melinda Gates. Ao longo desse percurso, algo se tornou evidente: se queremos elevar a sociedade, não podemos rebaixar as mulheres.
Melinda apresenta dados chocantes sobre as causas que, nos dias de hoje, mais precisam de atenção: desde o casamento infantil e a falta de acesso das mulheres à educação e saúde até à desigualdade de género no mercado de trabalho e à importância das mulheres na construção de um futuro tecnológico.
E, pela primeira vez, escreve sobre a sua história pessoal e sobre o caminho que percorreu para a igualdade no seu próprio casamento.
Em Ganhar Asas e Voar, Melinda mostra como nunca foi tão oportuno dar asas às mulheres -e assim elevar o mundo."
Quando vi que o tÃtulo do 1º capÃtulo se chamava "dar asas a uma grande ideia" e li os tÃtulos dos restantes capÃtulos, tive a certeza de que tinha tudo para ser um bom livro. E estava certa.
Dividida em 9 capÃtulos e abordando assuntos tais como:
" (1. Dar asas a uma grande ideia;
2. Dar força às mães: A saúde materna e neonatal;
3.Todas as coisas boas: o planeamento familiar;
4.Levantar os olhos para ver mais longe: As raparigas na escola;
5.Uma desigualdade silenciosa: O trabalho não remunerado;
6.Quando uma menina não tem voz: O casamento infantil;
7.Ver o preconceito de género:As mulheres na agricultura;
8.Criar uma nova cultura: As mulheres no local de trabalho;
9.Deixem que o vosso 💛 se parta: A união faz a força.) "
E contendo um guia de várias organizações que os leitores podem apoiar.
Neste livro, para além de mencionar a sua vida, como escolheu o que queria estudar, como começou a trabalhar na Microsoft sendo, na altura, uma empresa muito pequena, como se apaixonou por Bill e ainda o quão sortuda se sentiu e o que a levou a criar a fundaço "Bill & Melinda Gates".
Quando vi que o tÃtulo do 1º capÃtulo se chamava "dar asas a uma grande ideia" e li os tÃtulos dos restantes capÃtulos, tive a certeza de que tinha tudo para ser um bom livro. E estava certa.
Dividida em 9 capÃtulos e abordando assuntos tais como:
" (1. Dar asas a uma grande ideia;
2. Dar força às mães: A saúde materna e neonatal;
3.Todas as coisas boas: o planeamento familiar;
4.Levantar os olhos para ver mais longe: As raparigas na escola;
5.Uma desigualdade silenciosa: O trabalho não remunerado;
6.Quando uma menina não tem voz: O casamento infantil;
7.Ver o preconceito de género:As mulheres na agricultura;
8.Criar uma nova cultura: As mulheres no local de trabalho;
9.Deixem que o vosso 💛 se parta: A união faz a força.) "
E contendo um guia de várias organizações que os leitores podem apoiar.
Neste livro, para além de mencionar a sua vida, como escolheu o que queria estudar, como começou a trabalhar na Microsoft sendo, na altura, uma empresa muito pequena, como se apaixonou por Bill e ainda o quão sortuda se sentiu e o que a levou a criar a fundaço "Bill & Melinda Gates".
Excertos:
"Há sempre uma altura nas nossas vidas em que damos connosco sentados num avião, no inÃcio de uma enorme pista de descolagem, ansiosamente à espera de levantar voo.
Quando os meus filhos eram pequenos, sempre que estavamos num avião prestes a descolar, eu dizia-lhes "rodas, rodas, rodas" e, assim que o avião se levantava do chão dizia "asas". Quando já eram mais velhos, juntavam-se a mim neste hábito que durou muitos anos. De vez em quando, porém, acontecia termos de repetir "rodas,rodas, rodas" mais do que esperávamos; nessas alturas, pensava "Porque é que está a demorar tanto tempo a levantar-se do chão!?"
Agora pergunto porque é que umas vezes demora tanto e outras não demora quase nada. O que é que nos leva a que as forças que nos empurram para cima vençam as forças que nos puxam para vaixo e levantemos voo? (...)
Isto porque permitir que as mulheres levantem voo é deixar a humanidade levantar voo.
E o que podemos fazer no sentido de dar asas aos corações humanos e instilar em nós a vontade de deixar as mulheres levantarem voo? É que, às vezes, para deixarmos as mulheres levantarem voo só temos de parar de puxá-las para baixo." pág.12
"Quero que procuremos formas de nos ajudarmos mutuamente a florescer. Os motores estão a aquecer; a terra está a estremecer; estamos prestes a levantar voo.Hoje, mais do que nunca, temos o conhecimento, a energia e a sabedoria moral para quebrar os padrões da história. Hoje, mais do que nunca, precisamos de contar com a ajuda de todos, sem deixar ninguém de fora. Mulheres e homens. Todos devem ser incluÃdos. Ao unirmos esforços em defesa desta causa, passamos a ser a própria rampa de lançamento que permitirá que as mulheres levantem voo." págs.13 e 14
"Se uma avião se despenhar, a morte dos seus trezentos passageiros e tripulantes é uma tragédia para as respectivas famÃlias e todos os jornais falam nisso. No mesmo dia, porém a morte de trinta mil crianças é uma tragédia para as respectivas famÃlias e nenhum jornal fala disso. (...)" pág.24
São comparadas as ≠ entre paÃses desenvolvidos e paÃses em desenvolvimento, bem como as suas discrepâncias.
"O planeamento familiar fora indispensável à constituição da nossa famÃlia.
Permitira-me trabalhar e ter tempo para cuidar de cada um dos meus filhos. Era um instrumento simples, barato, seguro e poderoso- não conhecia uma única mulher que pudesse passar sem ele, mas sabia que centenas de milhões de mulheres no mundo inteiro o queriam e não podiam tê-lo. A desigualdade no acesso ao planeamento familiar era simplesmente injusta." págs.28 e 29
"Além disso, tinha consciência do quanto a minha mãe me influenciou nas minhas escolhas, mesmo sem o saber. Estava sempre a dizer-me "Se não fixares os teus próprios objetivos, os outros hão de fazê-lo por ti." Se não preenchesse a minha agenda com coisas que eram importantes para mim, os outros haviam de a preencher com coisas que fossem importantes para eles." pág.29
"A Killian inspira-me a explorar as coisas mais a fundo e é conhecido, entre os amigos, pela sua pergunta caracterÃstica: "O que sabes agora mais profundamente do que antes?" Adoro esta pergunta porque faz jus ao que aprendemos e crescemos. Ter sabedoria não é acumular factos, mas sim compreender mais a fundo as grandes verdades." pág.35
"Nos 💕 e nas mentalidades da mulheres que hoje têm força "todos os muros são portas." Falta juntarmo-nos para derrubar-mos os muros e atravessarmos as portas. " pág.36
No livro são referidas várias pessoas que a autora conheceu, e admira, e referidos livros tais como "Factfulness" (nunca li mas quero muito ler).
"Uma das práticas que salvam vidas que Ruchi aprendera era a do contacto pele a pele: encostar o bebé à pele da mãe para ela lhe transferir o seu calor. Esta técnica que previne a hipotermia, promove a amamentação e protege da infeção, é uma das intervenções mais eficazes que conhecemos para salvar bebés." pág.47
No livro são mencionadas várias enfermeiras incluindo Margaret Sanger, a criadora do planeamento familiar.
"Pude dar-lhe um grande abraço que me recordou do quanto nós, que estamos a fazer este trabalho, precisamos uns dos outros. Damos energia uns aos outros. Damos força uns aos outros." pág.86
"É preciso ter coragem para pedirmos o que queremos- especialmente se o que queremos for mais do que as pessoas pensam que devemos ter." pág.92
"Fazer com que meninas como a Sona frequentem a escola é dar uma força espantosa à s meninas, à s suas famÃlias e à s suas comunidades. Os benefÃcios de permitir que uma menina estude nunca cessam, perduram por gerações e fazem avançar todo o tipo de bens públicos, desde a saúde à economia, à equidade de género e à prosperidade nacional." pág.94
"As grandes escolas não se limitam a ensinar- mudam-nos." pág.100
"O Bill trabalhou arduamente, correu riscos e fez sacrÃficios para ter o êxito que tem. Mas sempre soube que o sucesso também depende de outro ingrediente: a sorte- pura sorte. Em que época nascemos? Quem eram os nossos pais? Onde é que crescemos? Que oportunidades nos deram? Nenhum de nós teve essas coisas por mérito próprio. Foram-nos dadas." págs.138 e 139
"Nunca fui da opinião que as mulheres são melhores do que os homens, ou que a melhor forma de melhorar o mundo é dar mais força à s mulheres do que aos homens. Julgo que o domÃnio masculino é prejudicial para a sociedade porque qualquer tipo de domÃnio é prejudicial: significa que a sociedade é governada por uma falsa hierarquia em que a autoridade e a oportunidade são atribuÃdas consoante o género, idade, a riqueza e o privilégio de cada um - e não consoante a aptidão, o esforço, o talento ou os feitos de cada pessoa. A queda de uma cultura de domÃnio enche-nos a todos de força. Portanto, o que preconizo não é a ascensão das mulheres e a queda do homem. É a ascensão de ambos, homens e mulheres, de uma luta pelo domÃnio para um estado de parceria." págs.146 e 147
"Agora temos uma visão clara, ao passo que antes éramos mÃopes. A miopia dos olhos é má, mas não tão má como a miopia do 💛. " pág.170
"A lição que aprendi com mulheres de movimentos sociais de todo o mundo é que para desencadear uma revolução do💛, temos primeiro de deixar que o nosso 💛 se parta. Deixar o💛 partir-se significa compreender a dor que subjaz à revolta. " pág.248
Em alguns momentos, este livro deixou-me de ❤️ cheio, por haver pessoas que praticam o bem no mundo, outras a fungar de tanto chorar com o balde de água fria e o choque de realidade que é descrito nos paÃses de "terceiro mundo".
É um livro de emoções fortes, e que por esse mesmo motivo merece ser lido o mais devagar possÃvel para que consigamos processar tudo o que estamos a ler.
Acima de tudo este livro traz-nos conhecimento acerca do mundo. E conhecimento é poder, e nunca é demais.
"Há sempre uma altura nas nossas vidas em que damos connosco sentados num avião, no inÃcio de uma enorme pista de descolagem, ansiosamente à espera de levantar voo.
Quando os meus filhos eram pequenos, sempre que estavamos num avião prestes a descolar, eu dizia-lhes "rodas, rodas, rodas" e, assim que o avião se levantava do chão dizia "asas". Quando já eram mais velhos, juntavam-se a mim neste hábito que durou muitos anos. De vez em quando, porém, acontecia termos de repetir "rodas,rodas, rodas" mais do que esperávamos; nessas alturas, pensava "Porque é que está a demorar tanto tempo a levantar-se do chão!?"
Agora pergunto porque é que umas vezes demora tanto e outras não demora quase nada. O que é que nos leva a que as forças que nos empurram para cima vençam as forças que nos puxam para vaixo e levantemos voo? (...)
Isto porque permitir que as mulheres levantem voo é deixar a humanidade levantar voo.
E o que podemos fazer no sentido de dar asas aos corações humanos e instilar em nós a vontade de deixar as mulheres levantarem voo? É que, às vezes, para deixarmos as mulheres levantarem voo só temos de parar de puxá-las para baixo." pág.12
"Quero que procuremos formas de nos ajudarmos mutuamente a florescer. Os motores estão a aquecer; a terra está a estremecer; estamos prestes a levantar voo.Hoje, mais do que nunca, temos o conhecimento, a energia e a sabedoria moral para quebrar os padrões da história. Hoje, mais do que nunca, precisamos de contar com a ajuda de todos, sem deixar ninguém de fora. Mulheres e homens. Todos devem ser incluÃdos. Ao unirmos esforços em defesa desta causa, passamos a ser a própria rampa de lançamento que permitirá que as mulheres levantem voo." págs.13 e 14
"Se uma avião se despenhar, a morte dos seus trezentos passageiros e tripulantes é uma tragédia para as respectivas famÃlias e todos os jornais falam nisso. No mesmo dia, porém a morte de trinta mil crianças é uma tragédia para as respectivas famÃlias e nenhum jornal fala disso. (...)" pág.24
São comparadas as ≠ entre paÃses desenvolvidos e paÃses em desenvolvimento, bem como as suas discrepâncias.
"O planeamento familiar fora indispensável à constituição da nossa famÃlia.
Permitira-me trabalhar e ter tempo para cuidar de cada um dos meus filhos. Era um instrumento simples, barato, seguro e poderoso- não conhecia uma única mulher que pudesse passar sem ele, mas sabia que centenas de milhões de mulheres no mundo inteiro o queriam e não podiam tê-lo. A desigualdade no acesso ao planeamento familiar era simplesmente injusta." págs.28 e 29
"Além disso, tinha consciência do quanto a minha mãe me influenciou nas minhas escolhas, mesmo sem o saber. Estava sempre a dizer-me "Se não fixares os teus próprios objetivos, os outros hão de fazê-lo por ti." Se não preenchesse a minha agenda com coisas que eram importantes para mim, os outros haviam de a preencher com coisas que fossem importantes para eles." pág.29
"A Killian inspira-me a explorar as coisas mais a fundo e é conhecido, entre os amigos, pela sua pergunta caracterÃstica: "O que sabes agora mais profundamente do que antes?" Adoro esta pergunta porque faz jus ao que aprendemos e crescemos. Ter sabedoria não é acumular factos, mas sim compreender mais a fundo as grandes verdades." pág.35
"Nos 💕 e nas mentalidades da mulheres que hoje têm força "todos os muros são portas." Falta juntarmo-nos para derrubar-mos os muros e atravessarmos as portas. " pág.36
No livro são referidas várias pessoas que a autora conheceu, e admira, e referidos livros tais como "Factfulness" (nunca li mas quero muito ler).
"Uma das práticas que salvam vidas que Ruchi aprendera era a do contacto pele a pele: encostar o bebé à pele da mãe para ela lhe transferir o seu calor. Esta técnica que previne a hipotermia, promove a amamentação e protege da infeção, é uma das intervenções mais eficazes que conhecemos para salvar bebés." pág.47
No livro são mencionadas várias enfermeiras incluindo Margaret Sanger, a criadora do planeamento familiar.
"Pude dar-lhe um grande abraço que me recordou do quanto nós, que estamos a fazer este trabalho, precisamos uns dos outros. Damos energia uns aos outros. Damos força uns aos outros." pág.86
"É preciso ter coragem para pedirmos o que queremos- especialmente se o que queremos for mais do que as pessoas pensam que devemos ter." pág.92
"Fazer com que meninas como a Sona frequentem a escola é dar uma força espantosa à s meninas, à s suas famÃlias e à s suas comunidades. Os benefÃcios de permitir que uma menina estude nunca cessam, perduram por gerações e fazem avançar todo o tipo de bens públicos, desde a saúde à economia, à equidade de género e à prosperidade nacional." pág.94
"As grandes escolas não se limitam a ensinar- mudam-nos." pág.100
"O Bill trabalhou arduamente, correu riscos e fez sacrÃficios para ter o êxito que tem. Mas sempre soube que o sucesso também depende de outro ingrediente: a sorte- pura sorte. Em que época nascemos? Quem eram os nossos pais? Onde é que crescemos? Que oportunidades nos deram? Nenhum de nós teve essas coisas por mérito próprio. Foram-nos dadas." págs.138 e 139
"Nunca fui da opinião que as mulheres são melhores do que os homens, ou que a melhor forma de melhorar o mundo é dar mais força à s mulheres do que aos homens. Julgo que o domÃnio masculino é prejudicial para a sociedade porque qualquer tipo de domÃnio é prejudicial: significa que a sociedade é governada por uma falsa hierarquia em que a autoridade e a oportunidade são atribuÃdas consoante o género, idade, a riqueza e o privilégio de cada um - e não consoante a aptidão, o esforço, o talento ou os feitos de cada pessoa. A queda de uma cultura de domÃnio enche-nos a todos de força. Portanto, o que preconizo não é a ascensão das mulheres e a queda do homem. É a ascensão de ambos, homens e mulheres, de uma luta pelo domÃnio para um estado de parceria." págs.146 e 147
"Agora temos uma visão clara, ao passo que antes éramos mÃopes. A miopia dos olhos é má, mas não tão má como a miopia do 💛. " pág.170
"A lição que aprendi com mulheres de movimentos sociais de todo o mundo é que para desencadear uma revolução do💛, temos primeiro de deixar que o nosso 💛 se parta. Deixar o💛 partir-se significa compreender a dor que subjaz à revolta. " pág.248
Em alguns momentos, este livro deixou-me de ❤️ cheio, por haver pessoas que praticam o bem no mundo, outras a fungar de tanto chorar com o balde de água fria e o choque de realidade que é descrito nos paÃses de "terceiro mundo".
É um livro de emoções fortes, e que por esse mesmo motivo merece ser lido o mais devagar possÃvel para que consigamos processar tudo o que estamos a ler.
Acima de tudo este livro traz-nos conhecimento acerca do mundo. E conhecimento é poder, e nunca é demais.
Já conheciam ou leram este livro? Se não, ficaram com curiosidade?
Podem encontrar o livro à venda na Wook , e em várias livrarias espalhadas por todo o paÃs.
(Este livro foi gentilmente cedido pela Porto Editora em troca de uma opinião sincera.)
(O link da Wook é um link de afiliado. Caso comprem através dele, eu recebo uma pequena comissão, sem qualquer custos adicionais para vocês . Desta forma, estão a contribuir para a manutenção e crescimento do AR.)
(O link da Wook é um link de afiliado. Caso comprem através dele, eu recebo uma pequena comissão, sem qualquer custos adicionais para vocês . Desta forma, estão a contribuir para a manutenção e crescimento do AR.)



Confesso que nunca tinha ouvido falar deste livro, mas deixaste-me curiosa
ResponderEliminarOlá Ângela,
ResponderEliminarEra um livro que já tinha ouvido falar mas não tinha a opção o quão inspirador poderia ser. Irei pesquisar!
Beijinhos
Http://tudosoblinhas.blogspot.com
Nossa que artigo fantástico, por isso que estou quase todos os dias visitando e lendo seus artigos. Porque sempre tem conteúdos interessantes e de qualidade.
ResponderEliminarBeijos !!
Meu Blog: Resultado Loterias