Já muito tinha ouvido falar sobre o livro "Tudo o que sei sobre festas, encontros, amigos, empregos, a vida, o amor" de Dolly Alderton primeiro porque a capa chamou-me muito à atenção e segundo porque é um bestseller internacional.
Recentemente a editora Cultura lançou o livro em Português e enviou-me o mesmo para que eu vos pudesse apresentá-lo e dar o meu feedback sobre o mesmo- obrigada!
Tudo isto começou quando num dia chuvoso em Maio eu tinha o livro no correio, confesso que não tinha esperança nenhuma de o receber, mas foi mesmo um "sinal" do Universo que o tinha de ler, uma vez que antes de me deitar no dia anterior tinha tido uma conversa com amigas que não gostam muito de ler sobre livros e na manhã seguinte, lá estava o livro à minha espera de ser lido.
Autora: Dolly Alderton
Editora: Cultura editora
Páginas: 297
Sinopse: " Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à vida adulta, a jornalista e ex-colunista do The Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o RodStewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem qual o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça.
Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes.
Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo O Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de amor, ❤️ e perspicácia, este é um livro para todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida."
No começo do livro, a autora começa por relatar tudo o que sabia sobre o 💕 quando era adolescente, como conheceu a sua melhor amiga, Farly e que ambas eram verdadeiramente opostos uma da outra.
A autora remete-nos para o tempo em que as conversas se davam no MSN(messenger) em que todos tinhamos nicknames estranhos, assim como frases que provavelmente hoje já não usaríamos nas nossas descrições.
Só quem é desta era (#feelingold), se lembra de algumas das regras da utilização desta rede social.
"Se nós e um rapaz de quem gostavamos estávamos ambos online, mas ele não estava a falar connosco,uma maneira garantida de lhe chamar a atenção era sair e voltar a entrar, porque assim ele era avisado da nossa entrada e lembrado da nossa presença, o que esperavamos nós, resultaria numa conversa."
"Havia também o truque de esconder que estavamos online, quando só queríamos falar com 1 contacto em específico." (pág.16)
"Crescer acarreta uma consciência de nós mesmos." (pág.105)
Durante o livro, a autora mostra-nos os seus amores e des(amores) até aos trinta anos, acima de tudo neste livro percebemos que por muito que o tipo de amor "romântico" seja importante, o amor próprio e o amor que temos pelos amigos/família são ainda mais e que este último tipo de amor nunca nos deixa.
No livro são também mostradas algumas receitas que a autora fazia, tais como pratos que comia "para curar a ressaca" e pratos que eram receitas de gerações anteriores.
Se procuram um leitura leve de Verão, que vos faz re(viver) momentos da adolescência e do crescimento este é o livro ideal.
Podem encontrar o livro em lojas físicas, no site da Cultura e em livrarias online tais como a Wook.
Já leram ou tinham ouvido falar deste livro? Estão curiosos por o ler? Qual(is) os livros que estão a ler de momento ou sugestões literárias que tenham para me dar?
Este livro foi gentilmente cedido pela Cultura Editora em troca de uma opinião sincera.
Editora: Cultura editora
Páginas: 297
Sinopse: " Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à vida adulta, a jornalista e ex-colunista do The Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o RodStewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem qual o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça.
Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes.
Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo O Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de amor, ❤️ e perspicácia, este é um livro para todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida."
No começo do livro, a autora começa por relatar tudo o que sabia sobre o 💕 quando era adolescente, como conheceu a sua melhor amiga, Farly e que ambas eram verdadeiramente opostos uma da outra.
A autora remete-nos para o tempo em que as conversas se davam no MSN(messenger) em que todos tinhamos nicknames estranhos, assim como frases que provavelmente hoje já não usaríamos nas nossas descrições.
Só quem é desta era (#feelingold), se lembra de algumas das regras da utilização desta rede social.
"Se nós e um rapaz de quem gostavamos estávamos ambos online, mas ele não estava a falar connosco,uma maneira garantida de lhe chamar a atenção era sair e voltar a entrar, porque assim ele era avisado da nossa entrada e lembrado da nossa presença, o que esperavamos nós, resultaria numa conversa."
"Havia também o truque de esconder que estavamos online, quando só queríamos falar com 1 contacto em específico." (pág.16)
"Crescer acarreta uma consciência de nós mesmos." (pág.105)
Durante o livro, a autora mostra-nos os seus amores e des(amores) até aos trinta anos, acima de tudo neste livro percebemos que por muito que o tipo de amor "romântico" seja importante, o amor próprio e o amor que temos pelos amigos/família são ainda mais e que este último tipo de amor nunca nos deixa.
No livro são também mostradas algumas receitas que a autora fazia, tais como pratos que comia "para curar a ressaca" e pratos que eram receitas de gerações anteriores.
Se procuram um leitura leve de Verão, que vos faz re(viver) momentos da adolescência e do crescimento este é o livro ideal.
Podem encontrar o livro em lojas físicas, no site da Cultura e em livrarias online tais como a Wook.
Já leram ou tinham ouvido falar deste livro? Estão curiosos por o ler? Qual(is) os livros que estão a ler de momento ou sugestões literárias que tenham para me dar?
Este livro foi gentilmente cedido pela Cultura Editora em troca de uma opinião sincera.


Ahh amei, ainda não conhecia.
ResponderEliminarhttps://www.submersaempalavras.com/
Confesso que não conhecia ainda
ResponderEliminarBeijinhos
Novo post
Tem post novos todos os dias
Nunca tinha ouvido falar deste livro, mas parece-me curioso :)
ResponderEliminarobrigado :)
ResponderEliminarparece ser bastante interessante!
NEW GET THE LOOK POST | TRENDS STILL THE SALE PRICE!
Instagram ∫ Facebook Official Page ∫ Miguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D
Deve ser um livro agradável de ler, fiquei bastante curiosa.
ResponderEliminarBeijinhos
http://virginiaferreira91.blogspot.com
Parece ser interessante, no fundo a amizade é que a salvou!!
ResponderEliminarxoxo
marisasclosetblog.com